Digam-me o lugar!
Primos Lagosta Vermelha! Vem dos Primos Lagosta Vermelha!
Mil olhos!
Que coincidência foi essa?
Vejam estes rostos, jamais sabiam que os atingiu. Já estão na estrada em direção ao novo!
Fica paradinho aí.
Como? Já não estão mortos?
Parece que estou vivo? Limpam qualquer coisa que se mexa. Tá indo pra onde?
Para os Primos Lagosta Vermelha. Já descobri uma coisa grande.
Eu vou para o Havaí. Chama-se âncora, genial. Dá um tiro na cabeça!
Eu vou para a Finlândia.
- E você?
- Ele está muito vivo.
Pois está.
Oh-oh!
- Que barulho foi esse?!
- Ai, não!
- Um limpador de pára-brisas! Lâmina tripla!
- Tripla o que?
Pule em cima! Essa é a sua única chance, meu rapaz!
Por que é que tudo tem de estar tão limpo?!
Vocês precisam de ver muito?!
Abram os olhos! Ponham a cabeça fora da janela!
Do Jornal Nacional em Nova Iorque, eu sou Dennis Mitchell.
Não matem híbridos extraordinários!
- Pinguim!
- Ancorados!!
- Ouviu alguma coisa?
- O quê?
Já sabe como os berros grandes.
Desliga o rádio.
Ei, que surpresa, rapaz?
Vocês aí rapaziada.
Só uma fila de comidas de lagosta, até onde a vista alcançava.
Credo!
Assumo que este caminhão está onde eles o pegam.
Digo, essa comida de lagosta.
- Os pinguins pegam forte.
- Já estamos todos presos.
É uma grande comunidade.
Somos nós não, pinguim. Nós por nossa iniciativa. Todos os âncoras por sua conta.
- E se meterem em apuros?
- Você é uma âncora, você está em apuros.
Ninguém gosta de nós. Só batem. Veja uma âncora, pum, pum, pum!
Ou pelo menos estás fora no universo. Deve conhecer os seus amigos.
Os amigos de âncora procuram comércio, andam com uma traça, sereia.
As âncoras não desejam híbridos.
Devem andar a brincadeira comigo!
Um barco de comida vai sair do prédio! Boa sorte, pinguim!
- Pessoal!
- O barco da comida!
Já sabia bem que os apanhava aqui em baixo. Você trouxe o seu canudo vermelho?
Atiramos para dentro de garrafas, batemos-lhe uma etiqueta, e dá bastante dinheiro.
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